Ensaios Clássicos dos Simpósios Sperry: Doutrina e Convênios e Revelação Contínua

James E. Faust

O Presidente James E. Faust foi o Segundo Conselheiro da Primeira Presidência quando este artigo foi escrito.

Meus queridos irmãos e irmãs, sinto-me humilde ao participar deste simpósio com tantos catedráticos proeminentes que discursarão das várias dimensões do livro de Doutrina e Convênios. Este sentimento aumenta em mim devido em grande parte ao fato de eu não me sentir muito comfortável no papel de erudito. Hoje eu gostaria de comentar em mais detalhes sobre um tema de Doutrina e Convênios: "Anunciarás as coisas que foram reveladas a meu servo, Joseph Smith, Júnior" (D&C 31:4). Acrescento a isso "e seus sucessores na obra."

O reitor da faculdade de direito que cursei constantemente enfatizava que sua missão principal não era a de nos ensinar a lei, pois a lei mudaria, em vez disso, sua missão primária era a de nos ensinar a racionciar de forma correta, baseando-nos em princípios sãos.

Comparando isto à nossa tarefa de hoje, descobrimos que o corpus das escrituras modernas só tem mudado no sentido de receber acréscimos porque não é nem estático nem fechado. Meu desejo hoje é o de dar uma orientação no sentido de manter nosso racioncínio equilibrado quanto ao processo e importância da revelação moderna, bem como a importância do seu conteúdo.

Num esforço de dar um background a esta orientação a respeito de Doutrina e Convênios, acho bom começar por uma declaração do Profeta Joseph Smith: "Disse aos irmãos que o Livro de Mórmon era o livro mais correto de todos os livros na terra e a pedra de abóbada de nossa religião e que um homem poderia aproximar-se mais de Deus por guardar seus preceitos do que os de qualquer outro livro." [1] Esta declaração não despreza as outras escrituras. O Livro de Mórmon é a chave de compreensão da Bíblia. Também sabemos que o próprio livro de Doutrina e Convênios é sui generis.

Além da declaração de Joseph concernente ao Livro de Mórmon como sendo a pedra de abóbada da nossa religiãos, não me sinto confortável em classificar as outras obras-padrão quanto a sua importância relativa. Cada uma é única. Cada uma é a palavra de Deus. Cada uma é especial. Cada uma é essencial para entendermos os princípios do evangelho. Cada uma é essencial a nossa salvação. Posto que as revelações continuam avir a toda hora para esta instituição divina, sugiro que demos prioridade às declarações dos profetas modernos em contrapartida ás recebidas há muitos e muitos séculos, as quais foram destinadas a um povo diferente de uma época diferente. Por exemplo, acredito que os conselhos do profeta atual devem receber muito mais atenção do que os pronunciamentos de Ezequiel.

Entre todas as escrituras, porém, Doutrina e Convênios é único por muitos motivos. É único porque, ao contrário do Livro de Apocalipse, não se trata de um livro fechado. O Senhor tem feito declarações contemporâneas a todas as gerações, a nossos bisavôs, a nossos avôs, a nossos pais, a nós mesmos e a nossos filhos. Além disso, para nós que lemos ingles, não passou por nenhuma tradução. É a primeira impressão do Senhor em inglês. Todas as outras escrituras se tartan de traduções de línguas arquaicas.

Num esforço de tentar entender a natureza de como a revelação se transmite a nós, é importante compreendermos que o direito e função de inspiração depende de chaves. Talvez valha a pena fazer umas observações pessoais com relação à revelação acrescentada mais recentemente, conhecida como a Declaração-2. Alguns de nós que observamos por perto a chegada desta revelação ainda vivemos. Talvez seja interessante eu comentar um pouco sobre seu background. A Declaração número 2, naturalmente, refere-se à concessão do sacerdócio a todos os membros masculinos dignos da Igreja. Isso é significante por muitos motivos, sendo um deles o fato de que com a vinda desta revelação o mundo inteiro se abriu para a divulgação da obra de Deus. As chaves, as bênçãos e as investiduras, inclusive as dos antigos patriarcas, agora se tornaram disponíveis a todos. A respeito disso o Presidente Spencer W. Kimball disse:

"Como os irmãos sabem, no dia nove de junho uma política mudou, afetando grandes números de pessoas pelo mundo afora. Milhões e milhões de pessoas sentirão os efeitos desta revelação que nos veio. Eu me recordo vividamente que durante um tempo eu caminhava todos os dias ao templo e subia até o quarto andar onde se realizam as assembléias solenes e onde se realizam as reuniões dos Doze com a Primeira Presidência. Depois que todos haviam saído do templo, eu me ajoelhava e orava. Orava com muito fervor, pois eu sabia que perante nós estava algo extremamente importante para muitos filhos de Deus. Eu sabia que só poderíamos receber as revelações do Senhor se fôssemos dignos e se estivéssemos prontos para recebê-las, aceitá-las e pô-las em prática. Dias após dias eu ia sozinho com grande solenidade e seriedade ás salas superiores do templo e lá oferecia minha alma e oferecia meus esforços de levar a obra adiante. Eu queria fazer o que Ele quisesse. Eu conversava com Ele e dizia: 'Senhor, eu só quero fazer o que é certo. Não estamos fazendo plano algun para lançá-lo de modo espetacular. Só queremos aquilo que tu queres, e queremo-lo na hora que tu decidires e antes disso não.'

"Horas após horas nós nos reuníamos com o Conselho dos Doze na sala sagrada onde há um quadro do Salvador que representa suas diferentes disposições e onde também há quadros de todos os presidentes de Igreja. Por fim sentimos a impressão do Senhor que nos revelou de forma muito clara que isto era o que se devia fazer para tornar universal para todas as pessoas dignas o evangelho." [2]

Referindo-se a esta experiência, o Élder Bruce R. McConkie declarou: "Aconteceu num dia glorioso de junho de 1978. Todos nós estávamos reunidos na sala superior do Templo de Salt Lake. Oramos fervorosamente, rogando ao Senhor que manifestasse sua mente e vontade concernentes áqueles que têm direito de receber o santo sacerdócio. O próprio Presidente Kimball serviu de porta-voz, oferecendo os desejos de seu coração e de nosso coração àquele Deus cujos servos somos." Antes disso, durante a mesma reunião, o Presidente Kimball já havia discutido a possível concessão do sacerdócio a todas as raças. O Élder McConkie continua: "O Presidente repetiu o assunto em pauta, lembrou-nos das reuniões prévias e disse que havia passado muitos dias sozinho na sala superior, suplicando ao Senhor uma resposta a nossas orações. Ele disse que se a resposta fosse continuar a seguir a política em vigor de negar o sacerdócio aos descendentes de Caim, como o Senhor havia antes ordenado, estaria preparado a defender a decisão até a morte. Porém, ele disse, se a hora muito esperada tivesse chegado em que a maldição do passado seria removida, ele achava que poderíamos convencer o Senhor a manifestar-se. Ele comunicou sua esperança que recebêssemos uma resposta clara, sim ou não, para que houvesse uma solução definitiva." [3]

Uma semana depois da reunião a que o élder McConkie se referiu, todas as autoridades gerais foram convocadas á sala superior do templo para uma reunião especial. O Presidente Kimball anunciou a revelação, a qual foi recebida com grande alegria por todos os irmãos. A caminho da reunião eu caminhava como um dos outros presidentes do Primeiro Quórum dos Setenta (naquela época eu não era membro do Quórum dos Doze). Meu querido colega me perguntou se eu achava que a reunião era a respeito de certo problema corrente e eu indiquei que achava que não, sem comentar mais a respeito do assunto. No íntimo, porém, eu esperava que se fosse anunciar uma revelação como a que de verdade veio. Ninguém havia indicado que tal anúncio estava para vir, mas os meus sentimentos se baseavam na inquietação provinda do Espírito.

As próprias palavras do Presidente Kimball é que melhor descrevem o evento: "Tivemos a experiência gloriosa do Senhor manifestar-se claramente que a hora havia chegado em que todos os homens e mulheres em todo lugar podem ser co-herdeiros e plenos participantes de todas as bênçãos do evangelho. Quero, como testemunha especial do Salvador, que os irmãos saibam quão perto dele e de nosso Pai Celestial me senti ao estar numerosas vezes na sala superior do templo, indo sozinho muitas vezes ao longo de muitos dias. O Senhor me revelou de maneira claríssima o que se deveria fazer. Não supomos que as pessoas do mundo possam entender tais coisas, pois sempre se apressam para inventar suas próprias explicações ou desprezar o processo divino de revelação." [4]

O Presidente Kimball ainda falou do processo de revelação:

"Para muitos parece difícil aceitar como revelação aquelas numerosas mensagens . . . que vêm aos profetas na forma de impressões incontestáveis e profundas que descem á mente e ao coração do profeta tal qual o orvalho do céu ou como a aurora que afasta a escuridão da noite. Muitos homens parecem não ter ouvidos para mensagens espirituais nem as compreendem se aparecem de traje comum. . . Fora as manifestações espetaculares, tais pessoas não estão cientes do fluxo constante de comunicação divina e reveladora que existe na Igreja.

"Quando se fazem decisões importantes na reunião no templo às quintas-feiras, após muito orar e jejuar, como a criação de novas missões e estacas e a implantação de novos modelos e políticas, alguns não levam a sério as notícias e possivelmente pensam que se tratam de meras decisões humanas. Mas para aqueles que assistem a estas reuniões e ouvem as orações do profeta e o testemunho do homem de Deus, sim, para aqueles que vêem a sabedoria de suas deliberações e a sagacidade de suas deciões e pronunciamentos, para aqueles ele é um profeta de verdade. Ouvi-lo concluir novas iniciativas com expressões solenes tais como 'o Senhor se compraz'; 'aquela ação está certa'; 'nosso Pai Celestial falou,' é saber de forma absolutamente positiva." [5]

Há tanta revelação continua que vem a este povo que não se pode apreciar por completo a sua enormidade. Porém, não se torna nunca uma coisa comum. Eu, como quem participa do chamado de presidentes de estaca, patriarcas e outros oficiais da Igreja, posso afirmar pela experiência própria o que Enos disse tão bem: "E enquanto estava assim lutando no espírito, eis que a voz do Senhor me veio à mente" (Enos 1:10).

O processo que o Presidente Kimball explicou, bem como outros que estavam presentes, pode ser semelhante ao de outras revelações contidas em Doutrina e Convênios, algumas das quais também se tratavam de impressões profundas. O Presidente Kimball citou um parágrafo de Parley P. Pratt que mostra como aquelas revelações eram transmitidas ao Profeta Joseph Smith: "Cada oração se pronunciava lenta e distintamente com uma pausa após cada frase de duração suficiente para que fosse possível a uma pessoa normal escrevê-la por extenso. Esta foi a maneira em que todas as suas revelações foram ditas e escritas. Nunca houve hesitação, redação nem revisão para não perder o fio do ditado; nunca se fizeram emendas, nem rasuras nem correções a estas comunicações. Elas permaneceram tal qual ele as ditou, pelo que eu presenciei e eu presenciei o ditado de muitas comunicações, cada uma de várias páginas." [6]

Comentando em geral a respeito da majestade e grandeza do livro de Doutrina e Convênios, o Presidente Joseph F. Smith disse: "Digo aos meus irmãos que o livro de Doutrina e Convênios contém uns dos princípios mais gloriosos já revelados ao mundo e alguns foram revelados mais plenamente do que foram antes revelados ao longo da histórida do mundo, assim cumprindo a promessa dos antigos profetas de que nos últimos dias o Senhor revelaria coisas ao mundo que haviam sido ocultas desde a sua fundação, e o Senhor as revelou através do Profeta Joseph Smith." [7]

Quanto à importância maior destas declarações divinas, vamos pensar de forma correta. Depois de reveladas, o Senhor espera que algo na nossa vida se transforme para o bem e melhor.

O Presidente Heber J. Grant expressou, porém, que tais pronunciamentos eram de pouco valor a não ser que se tornassem parte da prática cotidiana de nossa religião. Ele disse: "O livro de Doutrina e Convênios está cheio de coisas esplêndidas que devemos conhecer. Porém, pode-se ler o livro de capa a capa e decorar todo o seu conteúdo, mas não lhes fará bem algum a não ser que se ponham em prática os ensinamentos. Ler um livro inteiro sem praticar o que se ensina nela não terá valor nenhum. São as coisas que lemos, aprendemos e depois praticamos que têm valor." [8]

O Presidente Wilford Woodruff possuia um grande testemunho de Doutrina e Convênios: "Considero que o livro de Doutrina e Convênios, nosso testamento, contém um códice das proclamações mais divinas e solenes já concedidas á família humana." [9]

Há uma grande responsabilidade que recai sobre o estudante individual das escrituras, a de viver de tal maneira a qualificar-se para receber a maturação espiritural suficiente para compreender os pronunciamentos de Deus e receber forças para fazer as coisas acontecerem. A respeito deste assunto Brigham Young disse: "é seu privilégio e dever levar uma vida que lhes proporcione a capacidade de entender as coisas de Deus. Há um Velho e Novo Testamento, o Livro de Mórmon e o livro de Doutrina e Convênios, que Joseph nos deu, e juntos são de grande valor para quem vaga na escuridão. São como um farol no mar, ou a sinalização na estrada que aponta o caminho que devemos seguir. Aonde conduzem? À Fonte da luz." [10]

Para concluir, eu gostaria de compartilhar um ou dois conceitos profundos que se encontram em Doutrina e Convênios, os quais ficaram gravados na minha mente. Uma das maiores doutrinas já declaradas é o princípio da salvação universal. Devido à expiação toda a humanidade se levantará da morte. Doutrina e Convênios explica claramente a doutrina de salvação universal:

"Para que todos os que cressem e fossem batizados em seu santo nome e perseverassem com fé, até o fim, fossem salvos-

"Não somente os que creram após sua vinda na carne, no meridiano dos tempos, mas todos, desde o princípio, sim, todos os que existiram antes de sua vinda, que creram nas palavras dos santos profetas, os quais falaram segundo foram inspirados pelo dom do Espírito Santo, que verdadeiramente testemunharam a respeito dele em todas as coisas, tivessem vida eterna, 'Como também os que viriam depois e creriam nos dons e chamados de Deus pelo Espírito Santo, que presta testemunho do Pai e do Filho'" (D&C 20:25-27).

Este conceito é um de justiça. Uma doutrina adjunta é a da grande obra por procuração que se realiza nos templos a favor daqueles que já faleceram, para que haja uniformidade. É preciso o trabalho do templo para que se possa implantar a doutrina de salvação universal. Esta instrução dada a Thomas B. Marsh é profundamente esclarecedora em termos da nossa responsabilidade de receber e ensinar a palavra de Deus:

"Que teu coração tenha bom ânimo perante minha face; e prestarás testemunho de meu nome, não só aos gentios como também aos judeus; e enviarás minha palavra aos confins da Terra.

"Contende, portanto, toda manhã; e dia após dia emite tua voz de advertência; e quando vier a noite, não permitas que os habitantes da Terra adormeçam por causa de tuas palavras . . .

"Tua voz será uma repreensão para o transgressor; e diante de tua repreensão, que a língua do caluniador cesse sua perversidade. . . .

"Ora, digo a ti, e o que digo a ti digo a todos os Doze: Erguei-vos e cingi vossos lombos; tomai vossa cruz, segue-me e apascentai minhas ovelhas" (D&C 112:4-5, 9, 14).

Uma advertência arrepiante nos veio pela seção 87, em que se predisse a Guerra Civil entre os estados do Norte e os do Sul dos Estados Unidos. O versículo 6 fala da matança, da fome, das pragas, dos terremotos e da ira que estão para vir pela mão castigadora do Deus Todo-Poderoso. Aquele versículo conclui que as calamidades continuariam "até que a destruição decretada ponha um fim total a todas as nações" (D&C 87:6).

Regozijo-me que em nossos dias os céus foram abertos e abriram-se os ouvidos do nosso grande profeta para receber mais luz e conhecimento. Estou seguro que não é muito diferente do processo utilizado pelo Profeta Joseph ao revelar-nos a maioria do livro de Doutrina e Convênios. Naturalmente, os irmãos sabem de outras revelações que foram acrescidas ao livro nos tempos recentes. Tudo isso testemunha que os céus continuam abertos e as escrituras não estão fechadas. Sou muito grato e presto meu testemunho da veracidade da doutrina e da inspiração da Declarção Oficial-2, da qual, como já indiquei antes, fui testemunha ocular e de que participei, junto com outros irmãos. Estou seguro que a Declaração Oficial-2 é uma declaração tão grande como as do Livro de Mórmon e que chegou em nossos dias, de forma que agora o evangelho pode ir adiante em muitos países do mundo.

E assim aconselho e testifico que "vós declarareis as coisas que meu servo, Joseph Smith, Jr. recebera, e seus sucessores na obra." Peço que o Senhor abençoe este corpo de professores para que tenham a iluminação e o entendimento espirituais a fim de compreenderem as grandes e sutis mensagens espirituais que estão contidas não só no livro de Doutrina e Convênios, mas também nas outras escrituras e aí, tendo-as recebido e chegado a certo nível de compreensão do que o Senhor pretendia com elas, que tenham as forças, a coragem e a sabedoria de implementá-las em sua vida.

Peço que as bênçãos do céu se derramem sobre cada um dos irmãos e sobre esse grande departamento de Educação Religiosa desta universidade maravilhosa que patrocinou este simpósio. Esse departamento é uma espécie de centro desta grande universidade e fulco ao redor do qual se concentra a divulgação da verdade. E o centro da verdade, naturalmente, é o nosso Pai Celestial.

Deixo com os irmãos o testemunho de minha alma que Deus já revelou e constantemente revela, através de seus servos na Igreja a nível de presidentes de Sociedade de Socorro, presidentes de Primária, bispos, presidentes de estaca e de missão e as autoridades gerais, um fluxo contínuo de revelação que, se estivermos atentos, teremos condições de receber e interpretar.

Testifico pessoalmente do Senhor ter falado a minha mente em ocasiões regulares e frequentes. Declaro este testemunho e deixo esta bênçaõ [em nome de Jesus Cristo].

Anotações

[1] Joseph Smith, History of the Church of Jesus Christ of Latter-day Saints [A História da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias], readação de B. H. Roberts, 2a edição, revisada. (Salt Lake City: Deseret Book, 1957), 4:461.

[2] Spencer W. Kimball, The Teachings of Spencer W. Kimball [Os Ensinamentos de Spencer W. Kimball], redação de Edward L. Kimball (Salt Lake City: Bookcraft, 1982), 450-51.

[3] Bruce R. McConkie, "The New Revelation on Priesthood," ["A Nova Revelação sobre o Sacerdócio"] em Priesthood (Salt Lake City: Deseret Book, 1981), 126-28.

[4] Kimball, Teachings, 452.

[5] Kimball, Teachings, 457-58.

[6] Kimball, Teachings, 456.

[7] Joseph F. Smith, Gospel Doctrine [Doutrina do Evangelho] (Salt Lake City: Deseret Book, 1986), 45.

[8] Heber J. Grant, Gospel Standards [Padrões do Evangelho], compilado por G. Homer Durham (Salt Lake City: Improvement Era, 1941), 39.

[9] Wilford Woodruff, in Journal of Discourses [Jornal de Discursos] (London: Latter-day Saints' Book Depot, 1854-86), 22:146.

[10] Brigham Young, Discourses of Brigham Young [Discursos de Brigham Young], compilado por John A. Widtsoe (Salt Lake City: Deseret Book, 1954), 127.